quarta-feira, 28 de maio de 2008

Paris: Sexto Dia

Acordamos em nosso último dia em Paris. Tiramos a manhã para arrumas as malas e tentar apilar um monte de lembrancinhas. Ainda bem que as malas aguentaram a pressão! :)

Pensamos em ficar mais um pouco no hotel para descansar antes da viagem, afinal seriam mais de 11 horas de vôo, mas o hotel tava cheio e tivemos que fazer o checkout ao meio dia. Deixamos as malas no hotel e fomos bater perna por Paris.



O nosso primeiro objetivo foi procurar a Pirâmide Invertida do Louvre, que não conseguimos ver da primeira vez. Pegamos então o metrô e descemos no Palais Royal - Musee do Louvre. N ão sabíamos, mas o Carrossel do Louvre é um shopping completo dentro do próprio Louvre e é onde fica a Pirâmide Invertida. Andamos um pouco e acabamos encontrando a Pirâmide. É muito massa, mesmo com um cara dentro lavando, pois na terça é dia de faxina no Louvre. Só o shopping fica aberto.



Fomos então almoçar e depois demos mais uma volta no Carrossel e fomos subir, afinal eu queria ver se havia aqueles famosos medalhões da Linha da Rosa que leva até a parte de cima da Pirâmide Invertida. No caminho encontramos um set de filmagem montado em frente ao Louvre. Era um filme de época e vimos carros e personagem vestidos como no início do século passado.



Fomos procurar a parte de cima da Pirâmide Invertida e, para minha decepção, está inacessível porque fica cercada por cerca viva em uma praça que não tinha como entrar. Nem deu pra ter aquela vista de cima pra baixo como no filme o Código Da Vinci. :(

Depois fomos andando pela Rue du Rivoli e fomos olhando vintrines até chegar ao Hotel De Ville. Um prédio grande, bonito e velho. De lá seguimos para a Notre Dame, onde descobrimos a entrada para ruínas da Antiga Paris logo em frente da Catedral. Entramos e vimos uma exposição contando a história de Paris, desde a ápoca do Império Romano.

Depois que saímos da exposição, entramos mais uma ves em Notre Dame e sentamos para descansar e contemplar mais uma vez a igreja. Apesar do movimento intenso de turistas há um silência e clima para reflexão e oração.

Quando deu 17h, fomos então para o Hotel pegar as malas e esperar o transfer para o aeroporto. No transfer, falamos com um irlandês que estava com sua família e quando soube que éramos brasileiros fez as perguntas clássicas: Terra de Ronaldo ? Ronaldinho ? Kaká ? Disse que os filhos são loucos por futebol e são fãs dos Ronaldo. Coisa básica de turista estrageiro quando lembra do Brasil.

Apesar do serviço de metrô ser excelente, preferimos o transfer porque noossa bagagem estava muito pesada e ia acabar sobrando pra mim já que a Dani é muito mole pra carregar peso. Nos supreendemos com o péssimo trânsito até o aeroporto. Quem iria querer ficar andando num trânsito ruim daqueles tendo um serviço de metrô tão eficiente ?

Ao chegarmos ao aeroporto, tivemos um susto quando vimos no monitor que nosso vôo tinha sido cancelado. Quando fomos nos informar na TAM, acabaram nos colocando em outro vôo da Varig para Guarulhos no mesmo horário. Ainda bem senão iríamos perder nossa conexão pra Maceió e aí seria a maior confusão pra achar outro vôo pra casa.

Depois de dormir quase o vôo todo, chegamos aqui em SP as 7h da matina e aguadeço que durante o vôo a Dani não deu Piti, apenas perdeu as meias. Coisa básica.

Estamos agora em SP esperando nosso vôo que sai de 12:2o para Maceió. Devemos estar chegando na terrinha por volta de 16h. Ô que vontade de comer uma picanha bem gorda!!!! Que saudade de comida.

Estamos encerrando com este post o nosso blog de viagem. Espero que tenham gostado de nos acompanhar nessa aventura tanto quanto tivemos em vivê-la. Até a próxima viagem.

[]s
Lex e Dani.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Paris: Quinto Dia

Acordamos e tiramos um pouo da manhã para arrumar os bagulhos nas malas. Estamos voltando com mais coisa do que trouxemos então temos que dar um jeitinho pra caber tudo nas malas.

Depois dessa pequena arrumação fomos para Sacré Coeur, em Montmartre. Quando desenbarcamos na estação, estranhamos haver um elevador lá. Prosseguimos a subida e pense que a escada não acabava mais.. parecia que estávamos subindo no Arco do Triunfo. Quando chegamos à superfície é que descobrimos o porque do elevador... é muito degrau. Todos os turistas que foram pela escada começaram a rir quando notavam que a saída não chegava.


Depois de sair da estação, procuramos um lugar pra almoçar e paramos em uma pizzaria, afinal não era mais hora de arriscar em restaurantes que servem comida francesa. Pedimos massa e notamos que havia um fluxo grande de turistas subindo uma enorme escadaria. Logo, fomos atrás. Chegando ao topo voimos finalmente a igreja de Sacré Coeur (Sagrado Coração). Como ela fica em uma parte alta de Paris, podemos ver grande parte da cidade, principalmente o Louvre. Tiramos algumas fotos e entramos na igreja, onde havia avisos proibindo tirar fotos ou fazer filmagens. Claro que tirei umas fotos na baixa sem que o segurança lá vissem. A igreja é bonita, mas não se compara a Notre Dame.

Depois que saimos da igreja, fomos passear pelas ruas próximas e achamos lojas de lembracinhas a preços bem mais camaradas do que as vimos em outros dias. Paramos para comprar mais algumas lembrancinhas e corremos para a Haussman para trocar alguns travellers para passar os últimos dois dias. Aproveitamos e compramos ingressos para um jantar romântico (e caro) num cruzeiro pelo Sena. Comprados os ingressos, começou a chover e quando a gente mais quer não acha um lugar pra comprar um guarda-chuva. Pegamos o metro e fomos em direção a Marina Paris, próximo ao Museo d'Orsay. Não preciso dizer que levamos um banho até chegar lá.

Quando chegamos (molhados) a Marina, ficamos num abrigo esperando o barco chegar. Quando chegou, embarcamos e nos serviram logo a entrada.. que não sei dizer o que era, mas era comestível. Veio acompanhando de água e vinho para mim. Para a Dani, agua e coca-cola. A fotógrafa do cruzeiro tirou uma foto de lembrança nossa e ficamos esperando o banco zarpar.

Começamos o passeio vendo a nossa frente o Museu do Louvre e foram servindo o prato principal. Pra mim um frango com um molho e uma salada que não pude identificar. Pra Dani, um peixe com risoto. Tudo foi comestível, mesmo faltando um salzinho. Fomos curtindo um pouco a vista e comendo. O barco foi subindo o rio até bem depois da Catedral de Notre Dame. Depois fizeram a volta e fomos até a Torre Eifeil. Foi aí que serviram a sobremesa, também não identificada, mas comestível.



Ao final do passeio, já as 20h, fomos andando até a estação de metro próxima ao Louvre. Como o jantar não foi grande coisa, a Dani parou no McDonalds para complementar a refeição e fomos pro hotel.

Agora estamos relaxando depois de um dia pesado e cansativo. Esse pessoal que trabalha em Maceió e ainda reclama da vida não sabe como é cansativo andar na Europa. ô povo sem noção! :P

Amanhã vamos fazer o checkout no hotel e pedir pra eles guardarem as bagagens e vamos dar uma última volta em Paris antes de ir para o aeroporto. Estaremos chegando em Maceió nesta quarta à tarde. Como amanhã não teremos mais internet, o próximo post será colocado quando já estivermos em casa.

Até lá então.
Lex e Dani.

domingo, 25 de maio de 2008

Paris: Quarto Dia

Acordamos, nos aprontamos rapidamente e fomos logo pra estação: hoje é dia de Disney!!!!!! Tomamos mais um café horrível nas lanchonetes de Paris e fomos pegar o trem para a Disney. A Dani estava tão apressada para chegar cedo lá que me puxou pra dentro do trem sem deixar eu verificar se era o trem correto, resultado: tivemos que descer e voltar uma estação para pegar o trem correto. Foi uma viagem longa em comparação as que estamos acostumados de metro, foram cerca de 35 minutos. Ao chegar lá vimos que nosso ticket de metro só valia em Paris e que o Ticket de ida e volta a Disney custa 25 euros.. o gasto já começou logo na chegada.

Chegamos e ficamos de boca aberta. É tudo muito bonito e feito para nos transportar à infância, quando assistíamos fanáticos os clássicos da Disney. Fomos a bilheteria e debulhamos 116 euros para dois ingressos de 1 dia para o Parque e para os Estúdios Disney.


Começamos pelo parque. Logo na entrada o que nos chamou a atenção foi o piso, que é formado por pedras com nomes, datas e pessoas. Não sabemos exatamante o que significa, mas parece que as pessoas compram a pedra para gravar seu nome e colocar no chão da entrada do parque. Nem tivemos coragem de perguntar quanto era, mas que ficamos na vontande isso ficamos.



Ao entrarmos no parque, fomos logo para o trem panorâmico e enquanto esperávamos na fila vimos um desfile da Mary Poppins. É bem interessante como eles criam o ambiente de magia que conhecemos dos filmes e desenhos. A Dani ficou emocionada e eu, como um rapaz sensível que sou, perguntei logo se a Mary Poppins ia sair voando e onde tava o cabo que ia leva-la.

Embarcamos no trem e demos uma volta em todo o parque. Tivemos uma noçã0 do que tinha e onde encontrar os brinquedos. Acabanda a tour, fomos logo pros estúdios ver as apresentações e os brinquedos de lá.

Chegando lá, fizemos logo nossa reserva para ir na Holywood Tower Hotel, The Tower of Terror. Era mais ou menos 12:30 e nossa reserva ficou para as 15:40h. Pense num brinquedo disputado. Depois fomos almoçar e al sair do almoço entramos num set de filmagem do filme Armagedon. Lá entramos numa réplica da estação espacial Mir, que aparece no filme e foi simulado o choque de vários asteróides na estação. Começou tudo a tremer, a amassar, a escapar ar pro espaço e até fogo e faíscas. Deixa a gente com impressão que está mesmo no espaço. É incrível! E a Dani só rindo... toda vez que ela fica assustada ela tem uma crise de riso. É uma resenha.

Saimos do Armagedon e seguimos o fluxo para uma apresentação de uma filmagem de cenas de ação com carros e motos. Foi muito legal e vimos coisas realmente impressionantes.. esse pessoal dirige quanse tão bem quanto eu. :)

Depois pegamos um bondinho que faz uma tour pelos estúdios e contando sua história e como são feitos os efeitos especiais. Quando começaram a explicar como eram feitos os efeitos das forças da natureza (chuva e terremoto), paramos ao lado de um canyon com um caminhão tanque estacionado um pouco acima de nós. De repente tudo começou a tremer, inclusive nós, começou a chover. O caminhão pegou fogo, os postes e fios eletricos começaram a cair e desceu uma enchente em cima de nós. Quando pensamos que íamos levar um banho, a água sumiu. É tudo feito para te passar uma sensação de realidade, porém com segurança.

Depois da Tour, passamos na enfermaria para a Dani tomar algo para a dor de cabeça e seguimos para a Torre do Terror. Lá entramos logo em uma biblioteca, onde vimos uma introdução de Além da Imaginação, cuja história se passava no ambiente da torre. A sala apagava e os relâmpagos na janela eram sincronizados com os da TV. Tudo isso junto deixa o clima bem aterrorizante. Depois fomos conduzidos ao "elevador de serviço" da torre, onde sentamos e apertamos os cintos. Subimos e paramos em um andar com um espelho na frente e que depois deformou nossos reflexos, tornando-nos quase fastamagóricos. Subimos mais um pouco e a porta abriu revelando um corredor e fantasmas. Depois tudo se apaga e fica como um céu estrelado e a porta no fim do corredos sai voando. E aí o elevador cai!! O grito ficou na garganta. Então o elevador subiu muito rápido até o último andar. A porta se abriu e vimos o parque todo do alto, a porta fechou e caimos de novo. O elevador subir, caiu, subiu mais um pouco, caiu e então acelerou ao máximo até o topo da torre. De lá teve a queda final até o térreo. A gente só sente que esrtá preso pelo cinto mesmo. Quando fomos ver a foto, novamente a Dani tava rindo de nervoso.. outra crise de riso. É mole !?

Fomos então para o parque. Lá chegamos na hora de um desfile de um colégio americano. Vimos alunas fazendo performances em ao estilo de lideres de torcida. Começamos a andar e fomos logo para o castelo da Bela Adormecida, onde vimos um dragão em seu covil e os guardas rocando. Passeamos pela Fantasyland, onde fica os brinquedos para as crianças menores e fomos para a Space Montain, mas estava fechada.. foi uma pena.



Continuamos andando e cruzamos com o desfile de encerramento do parque, vimos os carros com a Bela e a Fera, Branca de Neve, Cinderela com seus respectivos principes e, ao longe, Aladdin e a pequena sereia.

Depois que o desfile passou por nós, fomos a AdventureLand, onde a Dani me arrastou para a montanha russa do Indiana Jones e o Tempo da Perdição. O carrinho fazia cada manobra radical por entre as pedras que minha coragem foi pro chão. Quando quis pular fora, já era tarde e acabei embarcando nesse brinqueno do inferno! :) Cada curva seguia-se de uma queda em um buraco na pedra ou em um looping. Foi pior que o elevador da Torre do Terror.


Depois fomos andando para a mansão mal assombrada, mas quando estávamos na fila, a atração fechou. Então fomos pra rua principal e paramos em algumas lojinhas Disney. De lá ainda demos uma passada na Disney Village, onde ficam alguns restaurantes e lojas. Lá vimos uma apresentação de dança do Tahiti. Depois fomos embora pro hotel. Chegamos as 20h e daqui a pouco vamos dormir o sono dos cançados. Amanhã vamos andar de barco no Sena e dar mais uma andada pela cidade.

Até amanhã,
Lex e Dani

sábado, 24 de maio de 2008

Paris: Terceiro Dia

Hoje acordamos tarde e já saimos do hotel na hora do almoço e famintos fomos procurar algum restaurante pra comer. Depois de analisarmos e tentarmos decifrar muitos menus em francês, paramos em um e pedimos um prato que identificamos como bife ao molho tártaro, batatas fritas e salada. Quando os pratos chegaram à mesa nós nos surpreendemos e pensamos que tinha vindo o prato errado, porém o garçon confirmou que foi o que pedimos. O prato nada mais era que um bolo de carne moída crua com uma gema de ovo crua em cima. Pensem na cara de nojo e desgosto que fizemos.



É o que a gente merece tentando advinhar o significado das coisas em um lingua que a gente não conhece. Tiramos uma foto e vocês podem ver:


Desde esse momento a Dani teve um ataque de riso cada vez que lembrava do fato ou quando lembrava de carne ou gema de ovo. Eu prometi que não piso mais em restaurante que só sirvam pratos franceses.. só vou comer sanduiche e massas.. quero nem saber.

Comemos as batatas fritas e fomos embora para fazer umas comprinhas. Fomos a FNAC, que fica próximo a Galeria Lafayete, e compramos finalmente o meu videogame. Agora estarei tranquilo nas noites de plantão da Dani. :)

Depois de nossa visita de compras, fomos almoçar um sanduiche grego num restaurante de comida turca em Paris. Nada mais surreal. Finalmente um pouco de carne que viu fogo. Depois fomos pra o Hotel e a Dani foi descansar dos degraus e caminhadas dos dias anteriores.. parece que ela tá sentindo ainda os efeitos dos degraus. E eu fui jogar é claro! :)

Amanhã vamos pra Disney voltar a ser crianças um pouco e contaremos mais quanndo voltarmos.

[]s
Lex e Dani

Paris: Segundo Dia

Acordamos e novamente nos servimos com nossa feira particular já recentemente reabastecida. É bem mais barato comprar as coisas no supermercado que comer fora.

Pegamos o metro em direção a Praça de La Concorde, no início da Champs Elyseé, e começamos nossa caminhada em direção ao Arco do Triunfo por esta avenida tão famosa. Durante a caminhada vimos a nossa esquerda o Grand Palais, um palácio que abriga um museu com teto de vidro e é decorado por estátuas, além de ficar próximo de da ponte Alexandre III, que é decorada com estátuas douradas. É incrível como os europeus fazem de coisas simples como uma ponte uma atração turística. Seguimos a caminhada e vimos várias lojas famosas pelo caminho e muitos truristas fazendo o mesmo percurso que nós.

Enfim chegamos ao Arco do Triunfo, que fica numa praça onde convergem as principais avenidas de Paris. É impressionante como o trânsito é caótico neste lugar e para poder chegar ao arco temos que ir por um túnel que passa por baixo da rua já que atravessar nesse trânsito maluco seria suicídio. Na base do Arco compramos nossos ingressos para subir, debulhamos mais 18 euros, o preço que pagamos para passar o dia no Louvre. Achamos caro, mas já que estamos aqui não vamos deixar de subir. A Dani achou que tinha elevador e pense na cara de desgosto quando soube que tinha que subir mais 290 degraus. Ao chegarmos ao primeiro piso ela já estava com a lingua pra fora e teve que sentar um pouquinho. Lá nós vimos uma galeria multimídia mostrando como o Arco foi construído e informando sobre os detalhes em sua fachada. Depois de uma inspeção no primeiro piso, subimos para o terraço. De lá tivemos uma ótima visão de Paris. É muito estranho ver todas as avenidas apontando pra sua direção. Depois de várias fotos resolvemos descer e tiramos mais algumas fotos da fachada do arco antes de voltarmos ao hotel, já que eu tinha esquecido a bateria extra da máquina carregando no quarto. Mas no sistema de metrô de Paris, isso seria uma viagem rápida.

Ao nos aproximarmos do hotel, resolvemos almoçar em um restaurante próximo. Depois de encher o bucho fomos para o Hotel e tiramos um cochilo, já que íamos para a Torre Eifeil e queríamos ve-la a noite.

Levantamos às 16h e fomos de metro até Les Invalides, onde se encontra o túmulo de Napoleão e o Musee d'Arme. Tiramos algumas fotos desse modesto prédio que nem cabia no foco da máquina de tão grande e fomos em busca do túmulo de Napoleão. Chegando lá queriam nos debulhar mais 16 euros para entrarmos. Desistimos da idéia já que só falttava 30 min pra fecharem. Dali saimos então em busca da Torre Eifeil. Passando pelo Escola Militar, vimos o Champ de Mars, que são os jardins da Torre Eifeil. Ficamos maravilhados com a estrutura da torre e com seu tamanho. Nos jardins havia muita gente fazendo picnic e quando chegamos a base da torre, vimos filas enormes para entrar. No guichê onde vendiam os ingressos para subir de escada estava vazio, mas preferimos a fila mesmo para subir de elevador, afinal eu ainda quero minha esposa inteira. :)

Enquanto estávamos na fila, fizemos um lanchinho e tivemos uma decepção quando chegamos próximos ao guichê e vimos um aviso informando que o topo da torre estava fechado e que só poderíamos ir até o segundo piso. Bom, melhor até o segundo piso do que não subir, então continuamos na fila.

Ao entramos no elevador, comecei a filmar a subida até o primeiro piso e até que não pareceu mais alto que o Arco do Triunfo. O elevador parou, mas ninguém desceu e todos seguimos para o segundo piso. Nessa subida sentimos que a altura já começara a ficar boa. Ao descermos começamos a tirar fotos e entrar nas lojinhas de bugingangas de turista. Depois de umas voltas, vimos que o topo da torre foi aberto para visitação. Corremos pra fila para comprar o ingresso complementar para ir ao topo, mas vi que tinha um caixa eletrônico para comprar com moedas e fui pra lá já que não tinha fila.

Pegamos enfim o elevador para o topo. Pense que como é alto.. a Dani já ficou com medo na metade da subida e os ouvidos tamparam devido a subida muito rápida. Chegando lá em cima, havia uma vidraça cercando todo o piso e com uma indição de cada país para onde a janela apontava. Claro que procuramos logo a que apontava para Maceió, mas nos contentamos com São Paulo, Rio e Brasília. Tiramos fotos e subimos para o terraço aberto. Lá o vento é frio e a vista é surpreendente em uma altura de 300m. Vimos toda a Paris e o Arco do Triunfo parecia de brinquedo a esta altura. Tiramos fotos da paisagem e do apartamento de Eifeil, o criador da torre. Descemos então para o segundo piso novamente e lá a Dani encontrou o Le Julio Verne, um restaurante top de Paris. Quando vimos no cardápio que um jantar que incluída Spider Crab (alguma coisa de aranha) custava cerca de 76 euros por pesssoa (sem vinho) , desistimos na hora.

Descendo ao primeiro piso, fomos no Cine Eifeil onde assistimos filmes sobre a história da torre e algumas imagens dela durante a história. De lá fomos no Altitude 95, a Dani insistiu para jantar lá apesar do preço e dos pratos não parecerem tão apetitosos. Quando chegamos e eu pedi uma mesa pra dois, a maitre veio dizer que só com reserva... pense que pobre nesses lugares não tem vez mesmo! :)

Demos um tempo e descemos para ver a torre iluminada a noite, ou seja as 22h. Fomos andando pelo Champ De Mars até ficarmos a uma distância suficiente para tirar fotos da torre inteira. Primeiro ela se acendeu e depois de 22h começou a piscar feito uma grande árvore de natal. Muito bonita e filmamos um pouco para quem quiser ver depois.
Depois das fotos fomos embora para o hotel e caimos de cansaço pois o dia foi pesado. Amanhã vamos acordar mais tarde e passear por outros locais e quem sabe comprar umas coisinhas pra gente. Domingo provavelmente iremos à Disney.

Abraços do Lex e da Dani.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Paris: Primeiro Dia

Acordarmos pela primeira vez em Paris e já fomos lanchando nossa feira da noite anterior. Como aqui é frio, a comida fica conservada mesmo sem geladeira de um dia pro outro. Tudo friozinho. :)

Saimos pra pegar o metrô em direção a estação Louvre-Rivoli. Ao descermos na estação já ficamos deslumbrados pois ela é toda decorada com obras de arte. Ao subirmos para a superfície, saímos em uma das entradas laterais do Louvre. Tentamos dar a volta para entrar pela entrada principal, mas ao vermos o tamanho entramos pelo lado mesmo. É claro que a Dani lembrou de pegar uma pedrinha do chão do pátio do museu para um amigo dela que pediu uma pedra de cada lugar. É um mala pedindo uma pedra. :)

Ao entramos no complexo do Museo e virarmos em uma entrada, vimos logo as pirâmides de vidro tão famosas. E claro que tiramos muitas fotos. Logo no pátio já encontramos com vários brasileiros tirando foto. Eita povo pra se espalhar pelo mundo! Aqui então parece até o Ceará! :)

Entramos no museu, compramos os ingressos e começamos a caminhada. A Dani ainda tentou um desconto com a carteira de estudante internacional. Mas acho que esssa porcaria só serve nos cinemas de Maceió pois aqui na Europa ninguém aceita.

Começamos nossa caminhada pela ala Denon, onde se encontra a Mona Lisa. Andamos que só e vimos muita coisa. Sobimos e descemos inúmeras escadas e vimos um monte de onras de arte belíssimas. Até que batemos de cara com a Mona Lisa: um quadrinho pequeneninho que eles não deixam chegar muito perto pra ver. Mas uma coisa dá pra notar: não é que os olhos dela nos acompanham a medida que nos movimentamos pelo salão ? Fimei o efeito.. não sei se vai sair legal.. mas..
Continuamos andando e fomos ainda as alas Sully e Rechelie, que tem as fundações do louvre medieval, que era um castelo. É onde fica também a ala egípcia, islâmica, grega, romana, francesa, espanhola e o apartamento de Napoleão III. Tiramos um monte de fotos.

Depois de 6h de caminhada no louvre fomos para a pirâmide invertida, mas para nossa infelicidade o acesso estava fechado ao público hoje. Talvez voltemos outro dia só pra tirar a foto estilo Código DaVinci.

Saimos do museo em direção aos jardins de Tulieres. Muito bonitos e termina na praça de la Concorde. Mias na frente vemos a Champs Elysse e o Arco do Triumfo, mas essas atrações serão assunto para um outro dia. Por enquando fomos para os Shopping: Primtemps e Galeria Lafayete. Na Printemps encontramos 3 prédios praticamente só com roupas e coisas de decoração. Já na Lafayete, encontramos de tudo, inclusive eletrônicos. :) A Dani ficou louquinha quando se viu cercada por um monte de estandes cheios de perfumes famosos: Dior, Channel, Giorgi Armani, Lacôme, etc. Depois de ter cheirado um bocado ela ainda não se decidiu qual vai comprar pra passar os próximos 10 anos antes de comprar o próximo. :)

Depois de sairmos das lojas, voltamos ao hotel e vamos fazer o roteiro dos próximos dias. Amanhã talvez passemos pelo arco do triumfo e a torre Eifeil. Vamos ver. Ainda temos um monte de coisa pra ver e se der tempo ainda vamos brincar um pouco na Eurodisney. :)

Até amanhã.

Ida para Paris

Acordamos cedo pois o transfer iria nos pegar no hotel as 8h. Mais uma vez não deu tempo de tomarmos café no hotel, mas até que não foi grande perda.

Chegamos ao aeroporto e ficamos passeando um pouco até a hora do vôo pela Easyjet, que é mais uma cia aérea de baixo custo que gosta de transformar o avião em shopping. Além da comida, vendem perfumes, bichinhos de pelúcias, chaveiros e todo o tipo de bugingangas.

No vôo conhecemos um Guiano que mora no Canadá e parece um indiano. Ele estava de férias com a noiva na europa. Conversamos um pouco e mostramos nossas fotos de Roma e ele as fotos deles nas ilhas gregas que não fomos: Santorini e Mikonos.

Chegamos em Paris, no aeroporto de Orly, por volta das 14h (horário local) e solicitaram o passaporte no desembarque, porém não caribaram, para nossa infelicidade. Depois do desembarque, fomos trocar alguns travelers checks e então fomos pegar o metrô para a estação Gare de Lyon, que fica próxima ao hotel.

Chegamos ao hotel sem problemas, fizemos o check in, deixamos a bagagem no quarto e fomos almocçar. Passamos por vários restaurante e cafés, mas o preço aqui das refeições é meio armargo (entre 12 a 26 euros) por pessoa, além de ser tudo em francês e não enterdermos nada. Paramos enfim num pequeno café perto do hotel e eu pedi um spagetti a bolognesa e a Dani um Poulet Roti (frango assado com fritas e salada), cada prato custando cerca de 9 euros. As porções
individuais foram bem generosas pois eu mal consegui comer todo o spagetti e a Dani ainda deixou a salada.

Depois que enchemos o bucho, fomos caminhando até a praça da Bastilha. Chegando lá não vi nada além de um monumento, bem painha por sinal. E eu pensando que ia achar ainda algum museu ou resto da antiga prisão fancesa. De lá saimos acompanhando o Rio Sena até a catedral de Notre Dame. A catedral é bem impressionante. Suas paredes esternas estão decoradas com muitas estatúas e detalhes. Nos topo das torres podemos ver gárgulas. Dentro da igreja é bem escuro e presenciamos uma missa. Fizemos uma volta, tiramos algumas fotos e depois saimos, mas durante o trajeto não vimos nenhum corcunda... foi uma pena. :)

Voltamos caminhando para o hotel e no caminho paramos num supermercado para comprar algumas coisinhas para lanchar no hotel. Compramos suco de laranka, pão, queijo, salaminho e a Dani não resistiu e comprou um pote de caviar por 2 euros. Um pote igual no Palato não custa menos de 40 reais. Já que era barato, ela aproveitou para experimentas. Se não não gostar, perderíamos apenas 2 euros.

Chegamos ao hotel e fomos fazer um lanchinho antes de dormir. Pra meu sofrimento, a Dani adorou caviar. Essa mulher vai me levar a falência quando chegar ao Brasil e querer comer esse troço. :) Eu como um bom nordestino.. uma pesso simples.. me contentei com um sanduichinho.

Fomos então dormir que amanhã vai ser o dia de caminhar muito no Louvre.