sábado, 24 de maio de 2008

Paris: Segundo Dia

Acordamos e novamente nos servimos com nossa feira particular já recentemente reabastecida. É bem mais barato comprar as coisas no supermercado que comer fora.

Pegamos o metro em direção a Praça de La Concorde, no início da Champs Elyseé, e começamos nossa caminhada em direção ao Arco do Triunfo por esta avenida tão famosa. Durante a caminhada vimos a nossa esquerda o Grand Palais, um palácio que abriga um museu com teto de vidro e é decorado por estátuas, além de ficar próximo de da ponte Alexandre III, que é decorada com estátuas douradas. É incrível como os europeus fazem de coisas simples como uma ponte uma atração turística. Seguimos a caminhada e vimos várias lojas famosas pelo caminho e muitos truristas fazendo o mesmo percurso que nós.

Enfim chegamos ao Arco do Triunfo, que fica numa praça onde convergem as principais avenidas de Paris. É impressionante como o trânsito é caótico neste lugar e para poder chegar ao arco temos que ir por um túnel que passa por baixo da rua já que atravessar nesse trânsito maluco seria suicídio. Na base do Arco compramos nossos ingressos para subir, debulhamos mais 18 euros, o preço que pagamos para passar o dia no Louvre. Achamos caro, mas já que estamos aqui não vamos deixar de subir. A Dani achou que tinha elevador e pense na cara de desgosto quando soube que tinha que subir mais 290 degraus. Ao chegarmos ao primeiro piso ela já estava com a lingua pra fora e teve que sentar um pouquinho. Lá nós vimos uma galeria multimídia mostrando como o Arco foi construído e informando sobre os detalhes em sua fachada. Depois de uma inspeção no primeiro piso, subimos para o terraço. De lá tivemos uma ótima visão de Paris. É muito estranho ver todas as avenidas apontando pra sua direção. Depois de várias fotos resolvemos descer e tiramos mais algumas fotos da fachada do arco antes de voltarmos ao hotel, já que eu tinha esquecido a bateria extra da máquina carregando no quarto. Mas no sistema de metrô de Paris, isso seria uma viagem rápida.

Ao nos aproximarmos do hotel, resolvemos almoçar em um restaurante próximo. Depois de encher o bucho fomos para o Hotel e tiramos um cochilo, já que íamos para a Torre Eifeil e queríamos ve-la a noite.

Levantamos às 16h e fomos de metro até Les Invalides, onde se encontra o túmulo de Napoleão e o Musee d'Arme. Tiramos algumas fotos desse modesto prédio que nem cabia no foco da máquina de tão grande e fomos em busca do túmulo de Napoleão. Chegando lá queriam nos debulhar mais 16 euros para entrarmos. Desistimos da idéia já que só falttava 30 min pra fecharem. Dali saimos então em busca da Torre Eifeil. Passando pelo Escola Militar, vimos o Champ de Mars, que são os jardins da Torre Eifeil. Ficamos maravilhados com a estrutura da torre e com seu tamanho. Nos jardins havia muita gente fazendo picnic e quando chegamos a base da torre, vimos filas enormes para entrar. No guichê onde vendiam os ingressos para subir de escada estava vazio, mas preferimos a fila mesmo para subir de elevador, afinal eu ainda quero minha esposa inteira. :)

Enquanto estávamos na fila, fizemos um lanchinho e tivemos uma decepção quando chegamos próximos ao guichê e vimos um aviso informando que o topo da torre estava fechado e que só poderíamos ir até o segundo piso. Bom, melhor até o segundo piso do que não subir, então continuamos na fila.

Ao entramos no elevador, comecei a filmar a subida até o primeiro piso e até que não pareceu mais alto que o Arco do Triunfo. O elevador parou, mas ninguém desceu e todos seguimos para o segundo piso. Nessa subida sentimos que a altura já começara a ficar boa. Ao descermos começamos a tirar fotos e entrar nas lojinhas de bugingangas de turista. Depois de umas voltas, vimos que o topo da torre foi aberto para visitação. Corremos pra fila para comprar o ingresso complementar para ir ao topo, mas vi que tinha um caixa eletrônico para comprar com moedas e fui pra lá já que não tinha fila.

Pegamos enfim o elevador para o topo. Pense que como é alto.. a Dani já ficou com medo na metade da subida e os ouvidos tamparam devido a subida muito rápida. Chegando lá em cima, havia uma vidraça cercando todo o piso e com uma indição de cada país para onde a janela apontava. Claro que procuramos logo a que apontava para Maceió, mas nos contentamos com São Paulo, Rio e Brasília. Tiramos fotos e subimos para o terraço aberto. Lá o vento é frio e a vista é surpreendente em uma altura de 300m. Vimos toda a Paris e o Arco do Triunfo parecia de brinquedo a esta altura. Tiramos fotos da paisagem e do apartamento de Eifeil, o criador da torre. Descemos então para o segundo piso novamente e lá a Dani encontrou o Le Julio Verne, um restaurante top de Paris. Quando vimos no cardápio que um jantar que incluída Spider Crab (alguma coisa de aranha) custava cerca de 76 euros por pesssoa (sem vinho) , desistimos na hora.

Descendo ao primeiro piso, fomos no Cine Eifeil onde assistimos filmes sobre a história da torre e algumas imagens dela durante a história. De lá fomos no Altitude 95, a Dani insistiu para jantar lá apesar do preço e dos pratos não parecerem tão apetitosos. Quando chegamos e eu pedi uma mesa pra dois, a maitre veio dizer que só com reserva... pense que pobre nesses lugares não tem vez mesmo! :)

Demos um tempo e descemos para ver a torre iluminada a noite, ou seja as 22h. Fomos andando pelo Champ De Mars até ficarmos a uma distância suficiente para tirar fotos da torre inteira. Primeiro ela se acendeu e depois de 22h começou a piscar feito uma grande árvore de natal. Muito bonita e filmamos um pouco para quem quiser ver depois.
Depois das fotos fomos embora para o hotel e caimos de cansaço pois o dia foi pesado. Amanhã vamos acordar mais tarde e passear por outros locais e quem sabe comprar umas coisinhas pra gente. Domingo provavelmente iremos à Disney.

Abraços do Lex e da Dani.

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