quinta-feira, 22 de maio de 2008

Ida para Paris

Acordamos cedo pois o transfer iria nos pegar no hotel as 8h. Mais uma vez não deu tempo de tomarmos café no hotel, mas até que não foi grande perda.

Chegamos ao aeroporto e ficamos passeando um pouco até a hora do vôo pela Easyjet, que é mais uma cia aérea de baixo custo que gosta de transformar o avião em shopping. Além da comida, vendem perfumes, bichinhos de pelúcias, chaveiros e todo o tipo de bugingangas.

No vôo conhecemos um Guiano que mora no Canadá e parece um indiano. Ele estava de férias com a noiva na europa. Conversamos um pouco e mostramos nossas fotos de Roma e ele as fotos deles nas ilhas gregas que não fomos: Santorini e Mikonos.

Chegamos em Paris, no aeroporto de Orly, por volta das 14h (horário local) e solicitaram o passaporte no desembarque, porém não caribaram, para nossa infelicidade. Depois do desembarque, fomos trocar alguns travelers checks e então fomos pegar o metrô para a estação Gare de Lyon, que fica próxima ao hotel.

Chegamos ao hotel sem problemas, fizemos o check in, deixamos a bagagem no quarto e fomos almocçar. Passamos por vários restaurante e cafés, mas o preço aqui das refeições é meio armargo (entre 12 a 26 euros) por pessoa, além de ser tudo em francês e não enterdermos nada. Paramos enfim num pequeno café perto do hotel e eu pedi um spagetti a bolognesa e a Dani um Poulet Roti (frango assado com fritas e salada), cada prato custando cerca de 9 euros. As porções
individuais foram bem generosas pois eu mal consegui comer todo o spagetti e a Dani ainda deixou a salada.

Depois que enchemos o bucho, fomos caminhando até a praça da Bastilha. Chegando lá não vi nada além de um monumento, bem painha por sinal. E eu pensando que ia achar ainda algum museu ou resto da antiga prisão fancesa. De lá saimos acompanhando o Rio Sena até a catedral de Notre Dame. A catedral é bem impressionante. Suas paredes esternas estão decoradas com muitas estatúas e detalhes. Nos topo das torres podemos ver gárgulas. Dentro da igreja é bem escuro e presenciamos uma missa. Fizemos uma volta, tiramos algumas fotos e depois saimos, mas durante o trajeto não vimos nenhum corcunda... foi uma pena. :)

Voltamos caminhando para o hotel e no caminho paramos num supermercado para comprar algumas coisinhas para lanchar no hotel. Compramos suco de laranka, pão, queijo, salaminho e a Dani não resistiu e comprou um pote de caviar por 2 euros. Um pote igual no Palato não custa menos de 40 reais. Já que era barato, ela aproveitou para experimentas. Se não não gostar, perderíamos apenas 2 euros.

Chegamos ao hotel e fomos fazer um lanchinho antes de dormir. Pra meu sofrimento, a Dani adorou caviar. Essa mulher vai me levar a falência quando chegar ao Brasil e querer comer esse troço. :) Eu como um bom nordestino.. uma pesso simples.. me contentei com um sanduichinho.

Fomos então dormir que amanhã vai ser o dia de caminhar muito no Louvre.

2 comentários:

Unknown disse...

Ai..broder ..saudades...não sabia desse seu dom de narrar tão bem fatos ...muito legal esse teu blogg..kkk ô lê seu mail...abrçs

Unknown disse...

Estou encantada em acompanhar a viagem de vcs, não conhecia esse seu lado de escritor, bela narração, meu genro, estou adorando,mas fiquei com nojo do prato de carne com ovo cru. bjs,